Hård:On: lyric video 'Touchdown' celebra o Futebol Americano

Formado por Chris Hoff (vocal), Alex Hoff (guitarra, teclado e backing vocals), Ricardo Bolão (baixo e backing vocals) e Daniel Gohn (bateria), o Hård:On agora volta a se tornar um quinteto com a entrada do guitarrista Jorge Rossi. "Encontrei Jorge Rossi numa festa na casa do amigo Dgerio, roadie do Motörhead. Ele é um velho amigo da época do começo do Gypsy, grupo que integrei no final dos anos 80. Convidei-o para fazer dois solos em nosso segundo álbum, 'Bad Habits Never Die', e ele topou", recorda o guitarrista Alex Hoff. "Um tempo depois da gravação, pensamos em convidá-lo para fazer um ensaio, pois havíamos adorado os solos dele. Terminando o ensaio, o convidamos para a banda e ele aceitou! Infelizmente, este ensaio foi em um fim de semana antes dos lockdowns da pandemia serem decretados", acrescenta o baixista Ricardo Bolão.
 
Além de "Open Your Eyes", Jorge Rossi fez o solo em "Touchdown", música que acaba de ganhar um videoclipe. "A inspiração para 'Touchdown' veio de uma experiência que tive quando morei no Nebraska (EUA), no final da década de 90, e tive a oportunidade de jogar futebol americano no campeonato estadual pela minha escola. A história conta a vitória extraordinária que tivemos na casa do time da capital em pleno ‘home coming’ deles. Foi um grande feito para a nossa cidade. A letra fala sobre o treinamento, as jogadas e o field goal, que selou nossa vitória no último minuto e a glória deste dia", explica o vocalista Chris Hoff. "Para mim, foi uma história de superação, integração com a cultura norte-americana e homenagem pelo fato de poder fazer parte desta equipe e manter a amizade com meus amigos de time por décadas. No vocal, explorei uma linha empolgante e um refrão para marcar a mensagem 'Touchdown', com um twist no último refrão", acrescenta.
 
Veja o lyric video de "Touchdown" em https://youtu.be/gwsZTiHoEcg



"Touchdown", que no Futebol Americano é o principal objetivo da equipe que ataca, buscou explorar a sensação épica de vitória, explorando o peso na seção rítmica. Segundo Alex Hoff, ela veio praticamente pronta, mas tinha uma pegada industrial. "Meu irmão, Chris, mandou-a quase pronta, mas transformei a guitarra para uma pegada mais hard rock e, no fim, saiu a faixa mais rápida do álbum e com um peso incrível", detalha. "Na gravação final, Alex ‘hardonizou’ o riff de uma maneira incrível. A meu ver, a música e o vídeo é um Touchdown do nosso segundo álbum", completa o vocalista.

O novo integrante
Influenciado principalmente pelos saudosos Eddie Van Halen e Gary Moore, além de Jake E. Lee, Jorge Rossi tocou ao lado de músicos como Luiz Teixeira (Tarkus, Avenger), Júlio Príncipe (Centúrias, Aggression Tales, Firebox), Flipi Stipp (ex-Madre Sun) e Marcelo MaCcarrão Maka (Painted Like Indians, Zyro Boys), entre outros. "Quando me chamaram, percebi que tínhamos muitos gostos em comum pelo hard rock de Van Halen, Ratt e Mötley Crüe, e heavy metal. Estou muito empolgado, pois fizemos um ensaio e veio a pandemia, mas quero contribuir de forma integral com a banda no próximo álbum", conclui o novo integrante.


 
Formação:
Chris Hoff (vocal)
Alex Hoff (guitarra, teclado e backing vocals)
Jorge Rossi (guitarra e backing vocals)
Ricardo Bolão (baixo e backing vocals)
Daniel Gohn (bateria e backing vocals)
 
Discografia:
Hård:On (2016)
Bad Habits Never Die (2019)
 
Ouça no Spotify em https://is.gd/nLmiyP

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Dirty Glory completa dez anos de carreira lançando álbum 'Miss Behave'

Marcando dez anos de estrada, o quarteto de hard rock Dirty Glory, formado por Jimmi DG (vocal e guitarra), Reichhardt (guitarra e backing vocals), Vikki Sparkz (baixo e backing vocals) e Sas (bateria), lança seu segundo álbum, "Miss Behave". O sucessor de "Mind the Gap" foi coproduzido e mixado por Henrique "Baboom" Canalle, com masterização a cargo de Alessandro Kbral. "Agradecemos a todos que apoiaram a banda durante os nossos dez anos de história e convidamos todos para continuarem conosco. Acreditamos muito em 'Miss Behave' e, felizmente, estamos sentindo que os fãs e a mídia especializada, que já ouviram, curtiram o álbum", declarou o vocalista Jimmi DG.

O repertório abre com "Solid Brand" que, segundo Reichhardt, "não é uma música que se escuta só com os ouvidos, pois pega no corpo inteiro e 'incomoda', de um jeito gostoso", diverte-se. "Ela fala sobre a juventude que se sente valorizada pela aprovação alheia, pela vaidade e sua popularidade na internet. Fala das nossas inseguranças que ninguém conhece, e que acontecem em segredo, dentro da nossa própria cabeça. Deixamos de viver a vida real buscando preencher o vazio com aprovação", completou Jimmi DG.

Já "Out of Line", o guitarrista descreve como "um hard rock clássico e pra cima, misturando hard com licks de blues, acordes abertos e uma energia muito David Lee Roth, com suingue e uma 'intro' de baixo que vem crescendo, conversando com uma guitarra slide e explode."

No entanto, uma das surpresas é "60 Secons to Sunrise", um synthwave com estrutura de hard rock, que também terá vídeo em breve. "Nós queríamos muito uma música synthwave no disco, algo inspirado naquelas trilhas dos anos 70 e 80. É nossa versão para esse estilo, pois tem riff, tem melodia, tem história...", afirmou Reichhardt. "É uma simples história de um cara que não tem nada a perder e dirige em alta velocidade até o amanhecer. Movido à adrenalina, é uma ode aos videogames dos anos 80", acrescentou Jimmi DG.

O álbum foi antecipado pelo single/clipe "Faded Mirrors", que traz imagens de vários momentos da carreira do grupo. "Ela parte de um riff bem rock’n’roll, mas tem um feeling moderno, um refrão bem melódico e hard rock. Acredito que se o Def Leppard fosse formado hoje, teria um som parecido", analisou o baixista Vikki Sparkz.

Veja o clipe de "Faded Mirrors", editado por Jimmi DG, em https://youtu.be/XgjXxjDdrVM



Sobre o conceito lírico, o vocalista Jimmi DG explica que desde "Mind The Gap" prefere escrever sobre ideias e sentimentos a festas e rock'n'roll. "Também gosto de contar pequenas histórias sobre diversos cenários, alguns hipotéticos e totalmente fictícios, e outros bem pessoais. O álbum 'Miss Behave' é quase todo, de uma maneira ou outra, sobre se perder, se desconstruir, se encontrar, e se reconstruir", explicou.

Confira o repertório de "Miss Behave", que teve arte de capa a cargo de Jimmi DG:
01 - Solid Brand
02 - Faded Mirrors
03 - Out of Line
04 - Everybody Cares
05 - Fight the Fight
06 - 60 Secons to Sunrise
07 - The Maze
08 - Shy Away
09 - Sacred Hatred
10 - Blame It On Faith

Ouça nas plataformas de streaming em https://dirtyglory.hearnow.com/miss-behave

Spotify: https://bityli.com/fHjUo
Deezer: https://bityli.com/SlPYh

O QUE A MÍDIA VEM DIZENDO SOBRE "MISS BEHAVE":

"'Miss Behave' tem potencial para se tornar um clássico do rard nock nacional" – Leandro Coppi (Revista Roadie Crew)

"Poderoso, excitante e viciante. É como ouvir rock pela primeira vez!” – Dane Taranha (Apresentadora 89 FM e TNT)

"Uma viagem aos anos 80, mas que ainda faz você se sentir em 2021. Nostálgico e moderno" – Marcel Costa, produtor e apresentador da rádio Kiss FM (Programa Autoral Brasil)

"O novo trabalho do Dirty Glory demonstra como o estilo deve ser: alto, melódico e viciante!" – Leandro Isoppo (Alma Hard)

"Não pode haver glória onde não há virtude. E onde há virtude de sobra, há o hard rock do Dirty Glory. Que som, meus amigos!" – Marcelo Vieira Music

"Hardzão RAIZ que não deve em nada para as bandas internacionais do gênero" – Márcio "Bobas" Brum - Programa Máquina do Tempo

"O que nasceu esbanjando potencial em 'Mind the Gap' ficou ainda melhor! Em 'Miss Behave', o Dirty Glory apresenta dez músicas cheias de riffs e refrãos irresistíveis, num hard rock que o mundo precisa conhecer. Agora." – Daniel Dutra (Canal Resenhando, Revista Roadie Crew)



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Old Audrey's Funeral: a maldição começa com single/clipe 'The Plague Within'

A banda mineira Old Audrey's Funeral, formada por Elvis Dias (vocal), Renato Audrey e Elimar Rezende (guitarras), Tony Lessa (baixo) e Carlos Coelho (bateria), que pratica um som pesado e com influências do metal obscuro dos anos 70 e 80, apresenta "The Plague Within", seu primeiro single e videoclipe. Gravada e produzida por André "Damien" Carvalho (Paradise in Flames), no Estúdio Maçonaria do Áudio (MG), a música composta por Renato Audrey e arranjada pela banda, narra o sofrimento e o desespero do Faraó Ramses II. "Incrédulo, Ramses II assiste o seu poder ser dizimado através das maldições infligidas ao seu reino, levando os seus súditos à morte e, posteriormente, ao êxodo em busca de uma terra prometida pelo novo ardil religioso que orquestrou essa troca de poder milenar", explicou Tony Lessa.
 
O autor da letra, que transporta o ouvinte para um mundo antigo, questiona: "Seriam essas pragas algo 'divino' ou foram apenas a soma de fatores naturais os reais responsáveis pelas 'maldições' que levaram os súditos do Faraó a 'comprarem' a nova fé? Existe uma correlação destes acontecimentos com o nosso momento pandêmico atual? Novas pragas virão com o tempo, ou essas mazelas sofridas pela humanidade através da sua existência, são apenas coincidências?".
 
Já a arte capa foi elaborada pelo artista mineiro Pedro "Ars Moriendee", retratando o faraó em seu sofrimento eterno e que, impotente, assiste imóvel à derrocada do seu reino.
 
Confira o videoclipe de "The Plague Within", dirigido e editado por Bruno Paraguay (Eminence), em https://youtu.be/CCQ_hTgvhE
 

"O single está disponível em todas nas plataformas digitais e esperamos agradar os ouvintes do estilo. Nós trabalhamos da melhor forma que pudemos durante a pandemia, mas agora o foco é apresentar a banda ao público e, então, finalizar o debut. A maldição está apenas começando... Stay funeral", concluiu o guitarrista Renato Audrey.
 
Contatos: https://linktr.ee/oafuneralofficial
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Em clima de contestação, Skid Life apresenta single e clipe 'Salvation'

O Skid Life, grupo heavy/thrash metal formado em 2004 em Buritama (SP) por Anthony Juno (vocal e guitarra) e completado atualmente por Billie (baixo e vocal) e Gar (bateria), antecipa o novo álbum, "Awake", com mais um single e videoclipe, desta vez para "Salvation". "Segunda do repertório do novo álbum, 'Salvation' trata de um tema delicado, mas que deve ser abordado, a disputa/briga política travada entre ambas as partes e como isso influencia e afeta no convívio das pessoas. Vemos filhos brigando com os pais, amigos brigando entre si, entre muitos outros exemplos. Na verdade, todos deveriam se unir para combater o inimigo em comum, que é todo e qualquer tipo de Governo que tem como objetivo subtrair e oprimir o povo", explicou Anthony Juno. "Com um andamento mais suingado e até meio progressivo no seu final, ela busca um pouco da energia do Sepultura no começo dos anos 90. A letra faz menções a situações que se tornaram comuns nos últimos tempos e tenta abrir os olhos das pessoas para quem é o verdadeiro vilão da história. É nesse clima de contestação e energia que nós damos sequência em nosso mais recente trabalho", acrescentou o baixista Billie.
 
Confira o clipe de "Salvation", dirigido por Marcos Borini, produzido pelo Camaleão Magenta e SL Records gravado no Espaço Fabrique, em https://youtu.be/e2Wy1ROcxjo



"O vídeo traz inserts de desigualdade e problemas que o nosso país enfrenta há anos e imagens da banda em sua mais alta performance da música. A ideia do clipe é conscientizar as pessoas de que o nosso país está sofrendo e precisa de ajuda, precisa de união do povo", observou o baterista Gar.
 
Gravado, mixado e masterizado no Estúdio Cbass (SP) por Diego Castro, o novo álbum, "Awake", será lançado em agosto pela SL Records. Além de Black Sabbath, o Skid Life possui influências de bandas como Megadeth, Metallica, Sepultura, Slayer, Gojira e Alice in Chains. "Nosso som mescla o clássico heavy metal ao thrash metal e o som de Seattle dos anos 90. O novo álbum terá nove músicas autorais, incluindo a instrumental 'Bennu', além de um cover do Black Sabbath. Também contamos com a participação especial do guitarrista Yohan Kisser (Sioux 66) na faixa 'Rock Bottom'. O repertório abre com uma música longa, de 10 minutos, intutilada 'Awake', que fala basicamente sobre o retorno da banda após um pequeno hiato entre 2018 a 2019", concluiu Juno.
 
Discografia:
"The Dog" (2008)
"Change Your Mind" (2012)
"Incollections" (2015)
"There's no Peace" (2017)
"Awake" (TBR, 2021)

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Seawalker: Ufologia é tema de 'Hidden', novo single e clipe

O grupo mineiro de heavy/thrash metal Seawalker, formado por Filipe Duarte (vocal e baixo), Stefano Mazzochi e Daniel Saymon (guitarras) e Riccardo Linassi (bateria), vem periodicamente lançando singles que integrarão o novo EP, "Evolve and Decay". Após soltar o lyric videos da faixa-título e de "Words are Dying", agora é a vez do single e videoclipe "Hidden". Porém, desta vez a banda fará um lançamento triplo simultâneo, pois, além do vídeo, o single está disponível nas plataformas digitais e o canal do YouTube conta com um mini documentário, trazendo cenas de bastidores e entrevistas com a banda e equipe de filmagem do clipe.

"Hidden", assim como as demais músicas que estão sendo lançadas periodicamente pelo grupo, também foi composta por volta de 2013, quando o Seawalker contava com outra formação. "Gravamos esta músicas na transição dos anos de 2020 e 2021 pelo novo line-up, já que a banda entrou em hiato a partir de 2014 e assim permaneceu até 2018", explicou Filipe Duarte. "A temática aborda a Ufologia. 'Hidden' significa 'escondido' em Inglês. Porém, a letra não é 'panfletária', a respeito da crença em vida extraterrestre, seja ela inteligente ou não, mas busca apenas relatar a casuística já amplamente conhecida e estudada por ufólogos sérios, bem como também divulgada na mídia de um modo geral", acrescentou o baixista, vocalista e letrista.

Confira o videoclipe "Hidden", produzido por Bruno Paraguay (Eminence), em https://youtu.be/gl29Ei7KE0c
 

O clipe começa com uma fala do então Brigadeiro Moreira Silva, que era o ministro da defesa brasileiro no ano de 1986. Na ocasião, ele está concedendo uma coletiva de imprensa, para explicar o que teria sido a noite oficial dos Ufos. Episódio, onde cerca de 21 objetos desconhecidos apareceram nos radares dos sistemas de controle aéreo brasileiro. "A temática da Ufologia é algo fascinante e que ainda não temos uma resposta definitiva sobre a existência ou não de vida extraterrestre. Seguimos buscando respostas na ciência para esta questão, e a música fala justamente desta busca e deste questionamento", observou Filipe Duarte.

Veja o mini doc, produzido por Davidson Mainart (Eminence), em https://youtu.be/nkzXZQy5fPU


 
O EP "Evolve and Decay" foi gravado, mixado e masterizado no Estúdio Hertz (MG), com produção de André Mendonça e Léo Turbo, e coprodução de Filipe Duarte. "Costumamos dizer que estamos em algum lugar debaixo do espectro thrash metal. As principais influências vêm de Metallica, Rage, Megadeth e Slayer. Nosso objetivo é praticar um heavy metal e apresentar um conteúdo engajado, com fortes críticas ao ‘modus operandi’ da sociedade moderna, relações humanas e conflitos pessoais", concluiu Duarte.

O repertório do EP, que teve a arte de capa a cargo de Fernando Lima, vocalista do Drowned, é o seguinte:
1) Evolve and Decay
2) Words are Dying
3) Hidden
4) Fake

Ouça "Hidden" no Spotify: https://bit.ly/seawalkerhidden

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